Não é o Fim

Não é o Fim

Fernanda Mendonça

Rio Grande do Sul

Sempre me dediquei muito aos estudos e ao trabalho, mas um vazio me perturbava. Sempre fui muito cética e racional em relação a tudo na vida. Trabalho desde os 16 anos no comércio da família. Sempre me entendi como alguém responsável. Sempre cri na ciência para explicar o que eu podia entender, e no acaso para explicar o que eu não podia. Venho de uma família que sempre trabalhou muito, demais até, e aprendi que isso era o mais importante, acima de tudo. Tinha aprendido também que fé era uma necessidade de pessoas fracas e imaturas. Passei minha infância, adolescência e início da juventude ignorando tudo que se relacionava a fé e fugindo de qualquer conversa sobre Deus. Sempre achei tudo isso uma grande bobagem e pensava que fé era coisa da cabeça das pessoas. Meu maior medo era de chegar ao fim da vida e não ter nada para deixar para meus netos. Eu era amarga por dentro, mas tentava parecer "bonita" por fora. 

Tinha aprendido que fé era uma necessidade de pessoas fracas e imaturas.
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Certa vez, em um intervalo de aulas na universidade, fui com uma amiga a um encontro com um grupo de pessoas, e ali alguém disse algo que me marcou: “Você pode viver sua vida de forma apenas racional, e no fim de tudo olhar para trás e aquele será apenas o fim. Porém existe uma opção muito melhor: a de viver a vida crendo que existe algo muito maior, mais bonito e gratificante que apenas trabalhar duro por dinheiro. Existe mais na vida." 

Você pode viver sua vida de forma apenas racional, e no fim de tudo olhar para trás e aquele será apenas o fim, mas existe uma opção muito melhor 

Foi a primeira vez na vida que ouvi sobre amor dessa forma. Depois disso algo mudou em mim, eu senti que precisava ouvir essa voz que me dizia pra chegar mais perto. Eu resistia e estava ocupada demais pra dar atenção àqueles pensamentos, que de alguma forma me traziam uma paz como eu ainda não havia experimentado. Eu não sabia o que era ter fé.

Continuei não dando atenção, até que me convidaram para um outro encontro, onde as pessoas diziam o que pensavam sobre como podemos ter fé. Era um Alpha, e naquela sessão eu comecei a entender tantas coisas sobre a vida de uma só vez que eu não conseguia me conter. Foi uma avalanche de sentimentos! Por fora eu parceria normal, mas por dentro eu queria rir, chorar, gritar. Pensei sobre como tudo parecia tão maior e mais bonito. Havia sentido. Eu queria viver mais daquilo, queria aprender mais. Foi exatamente ali que nascia uma menina doce e cheia de paz, paz de verdade, que o trabalho e a racionalidade como fim das coisas jamais haviam me proporcionado.

Fui até o fim do Alpha e entendi que eu poderia fazer uma escolha. Fiz a melhor escolha, a de viver por algo maior. É algo simples, porém extraordinário, pois hoje enxergo a vida com olhos completamente diferentes.

Fiz a melhor escolha, a de viver por algo maior.

Algo muito interessante é que todos á minha volta notaram a diferença que isso causou em mim. Ainda trabalho duro, pois isso de fato é importante, mas não é tudo. Tudo ficou muito mais leve e descobri a beleza de um Deus de amor. Hoje sou tão feliz que tenho certeza de que quando tudo terminar, para mim, será apenas o começo.

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